educandário

7 07UTC Janeiro 07UTC 2009

bom dia todas as cores

Arquivado em: Uncategorized — diosem @ 10:41 AM

Publicado pela primeira vez em 1976, é uma das histórias infantis que mais agradam as crianças pela qualidade lírica e pela simplicidade de sua escrita. Ao utilizar-se de um Camaleão para trabalhar com cores a autora fora muito feliz, produzindo um texto que explora o variar de cores do réptil (e lhe atribuindo cores que não são vistas no mundo real, inclusive duas cores ao mesmo tempo) de maneira lúdica e de fácil compreensão. Logo na primeira estrofe do conto Ruth nos determina o que é o Camaleão: nosso amigo. Este detalhe traz um certo ar de humanidade ao personagem, criando um laço simples com a história. Na estrofe seguinte, ao dizer que “o camaleão mudou sua cor para cor-de-rosa, que ele achava a mais bonita de todas”, fica implícita uma questão de gênero interessante de ser trabalhada. O Autor deste artigo é docente na educação infantil e encontra-se no dever de relatar um fato acontecido quando o contar do texto encontrava-se no parágrafo descrito acima. Um menino de 5 anos questionou que “se ele é um camaleão menino, deveria gostar de azul, não de rosa, que é cor de menina”. Trabalhou-se posteriormente com as crianças da sala o que seriam coisas de menino e de menina, e percebeu-se que desde muito cedo as crianças estão sendo doutrinadas a aceitar um estereótipo do gênero. Baseado neste pensamento, o autor, possuidor de uma camiseta rosa com temática da Pedagogia, resolvera experiênciar o que se sucederia ao quebrar o paradigma dominante de gênero. A cena fora mais que tragédia: o menino que relatara ser cor-de-rosa cor feminina ao ver o professor com uma camiseta rosa imediatamente exclamou: “o professor virou menina!” ao que fora então questionado se o professor havia perdido traços físicos masculinos, como a barba, os pêlos nas pernas e o tom de voz. A resposta fora igualmente cômica: “não perdeu mas vai perder”.
É perceptível que a autora tenha deixado esta frase de propósito. O Trabalho com gênero na educação infantil constitui-se de importância grande, tanto quanto a autonomia e a afetividade. Mas embora os professores da EI tentem fazer com que se produzam novas compreensões de gênero por parte das crianças há uma resistência muito grande dos pais a qualquer comportamento considerado inadequado para o gênero. Um menino não pode brincar de boneca e uma menina não pode brincar de carrinho; se brinca, há algo errado, se são estimulados a brincar, reagem dizendo que não são coisas de seu gênero.

Na página seguinte (07) a frase “quero ser bonzinho para todo mundo” também traz um contexto de interpretações grande. Ao ler pela primeira vez, o autor deduziu que nem sempre o camaleão era bom; algumas vezes poderia agir maleficamente, outras com bondade. Relendo o texto percebe-se que a noção de bondade que se perpetua nele é a de que é bom quem faz tudo o que os outros querem – noção esta asseverada nas páginas 10, 14 e 18, páginas em que o camaleão troca de cor ao ser questionado. Se a autora não tivesse conhecimento pedagógico e soubesse ser este um problema muito comum na juventude (pensar por si mesmo, tomar as próprias decisões, não se deixar influenciar) teria parido uma das piores histórias para a infância… pelo contrário, ela desenrola boas frases no porvir literário:

…por mais que a gente se esforce, não consegue agradar a todos. Alguns gostam de farofa. Outros preferem farelo…

construindo assim um final que assevera a autonomia da criança, o dizer não como expor a sua própria opinião, expor suas ideias e fazer o que lhe convém (página 35 do livro). Um final simples mas que contrasta com tudo o que o camaleão fez durante o conto, em que estava subjugando-se ao gosto dos amigos em detrimento à usar a cor que achava a mais linda do mundo. Percebe-se também que o final deixa subentendido que o camaleão não sabia dizer não conscientemente, pois na frase “bastava que alguém falasse, mudava de opinião” fica claro a influência da opinião do outro, o que contrasta com a frase “eu gosto dos bons conselhos, mas faço o que me convém” na qual se divisaria uma ponta de julgamento antes de se aceitar a opinião do outro.
O Professor tem muito o que explorar neste conto, como o gênero, a autonomia e algumas frases que durante o texto podem suscitar comentários, como “você devia fazer o que a natureza ensina” (pg. 17), que é uma boa deixa para trabalhar com a natureza e “porquê você não usa uma cor mais avançada?” para trabalhar o velho e o novo. Um bom conto, sem muitos detalhes a nos entristecer, e que tem boa repercussão entre os educadores.

4 04UTC Julho 04UTC 2008

Voltei

Arquivado em: filosofando — diosem @ 11:47 AM
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caros amigos leitores, estou de volta ao Educandário, depois de um tempo refletindo sobre a minha necessidade de ter um blog e ao mesmo tempo a necessidade de pensar a minha prática docente. Pretendo postar duas a três vezes por semana, enquanto reaprendo a blogar, mas esta quantia deve ampliar-se no futuro. O foco do blog passa a ser a educação infantil e suas práticas, local onde me encontro e que tem me trazido muitas reflexões.

Abraços a todos,

Diose

Explicando o Twister

Arquivado em: Uncategorized — diosem @ 11:45 AM

Recebi muitos comentário do post sobre o Twister e decidi postar explicando um pouco o jogo. vamos lá:

Tapete feito, dados prontos, crianças posicionadas. Observe na imagem abaixo onde eu colocaria os meus pequenos, se fossem 4:

cada parte de pontos pretos é uma pessoa - cada ponto preto, um pé

cada parte de pontos pretos é uma pessoa - cada ponto preto, um pé

e se fossem 6 pessoas jogando,

mesma idéia da imagem anterior. cores diferentes para marcar pessoas diferents.

mesma idéia da imagem anterior. cores diferentes para marcar pessoas diferentes.

e aqui, uma mocinha jogando twister:

istoé só o começo. o ruim é quando tem braços e pernas para todos os lados

isto é só o começo. o ruim é quando tem braços e pernas para todos os lados

Esta é a idéia básica do jogo. Uma mão, uma cor, um pé, uma cor. Pé direito no azul, mão esquerda no vermelho, o mesmo para todos os jogadores. Preparem-se, pois vai dar enrosco!

É excelente para coordenação motora, compreensão corporal, divertir-se e conhecer as cores.  Aproveite!

21 21UTC Janeiro 21UTC 2008

filme: minha vida em cor-de-rosa

Arquivado em: filmes, idéias, pedagógicas — diosem @ 2:15 PM

Laranja, amarelo, vermelho e rosa, muito rosa, de vários matizes. Mais escuros, mais claros, mas inconfundíveis na sua graça, leveza e sinal de feminilidade e doçura. Essas são as cores que se destacam em Minha Vida em Cor-de-Rosa (Ma vie en Rose, 1997) O filme dirigido por Alain Berliner conta brevemente a história de Ludovic, um menino de sete anos que tem certeza de ter nascido no corpo errado. Ele sabe que gosta de brinquedos diferentes, roupas diferentes, e brincadeiras diferentes. Ludo (assim chamado carinhosamente por aqueles que dele gostam) age, pensa, sente e sofre como um menina. O conflito entre o que Ludo deseja e o que seus pais acham melhor para ele resplandece durante todo o filme. Logo no começo percebe-se a tônica do filme: o carinho a compreensão entre pais e filhos numa sociedade que não aceita o que não é padronizado, controlado e modelado. Ludo brinca e se diverte com a mãe e avó numa troca de carícias e afeto que chega a ser melosa, mas que nos traz lembranças de uma infância em que carinho não era tabu nem desculpa. A fotografia do filme prima por cores quentes, como quente é a relação de amor e ódio que a mãe tece com o filho “bom em disfarces”, como cita o pai na festa de recepção do bairro à nova família padrão.

A mãe de Ludovic é a mãe padrão: preocupa-se com tudo em com todos, generaliza sua atenção e acaba não percebendo pequenos detalhes da vida cotidiana. Sua compreensão das vivências (trans? homo? bi?) sexuais do filho tem com limiar a visão que os vizinhos tem da família e do pequeno Ludo. Inicialmente todos encaram como uma brincadeira, que há de passar; mas o tempo passa, e a única mudança que ocorre é que Ludo encontra uma explicação científica para o que sente com sua irmã mais velha. Não há conversas de pai-filho, mãe-filho, não se discute o que Ludo sente. Há apenas uma pressão social para que ele se encaixe num corpo-modelo-arquétipo que não compreende, e que fica mais forte ainda quando a sua mãe lhe encontra “casando” com seu “noivo” no quarto da filha morta da família vizinha (vale ressaltar que Ludo e o menino da casa ao lado desenvolveram uma relação de amizade-amor muito forte, mas de uma pureza tocante), e com um vestido dela. “Você é homem, jamais será uma menina!” gritam todos na casa revoltada pela travessura inocente de quem não compreende sua identidade.

Pois, meu caro Sr. Sérgio, o amigo há de ter a bondade de ir ao cabeleireiro deitar fora estes cachinhos...”

 

A frase do Ateneu, de Raul Pompéia, resume a cena que mais toca no filme: Ludovic tem seus cabelos cortados, dissipando-se assim qualquer intenção dele de ser menina, ou melhor, de ser ele mesmo. Junto com suas mechas vão seus sonhos, suas vivências, mas um novo tempo começa.

Ludo era homo(bi)(trans)sexual? não se pode definir, até porque esse não parece ser o mote principal do filme. As crianças tem relações muito diversas em relação aos companheiros de brincadeiras, e em certas fases da infância, a prioridade é o próprio sexo. Isso não pode ser encarado como homossexualidade, mas como um processo necessário à compreensão do seu papel como ser humano. O que marca no filme é a necessidade de priorizar o diálogo com a infância, não apenas ouví-las, mas elevar a nossos sentimentos na ponta dos pés, para não machucá-las.

Arte-fotografia

Arquivado em: imagens, notícias — diosem @ 1:59 PM

Lendo meus feeds no Google Reader hoje encontrei esse site, que muito me agradou pela qualidade das fotos:

http://capturedbycarrie.com/index2.php

a artista, Carrie Sandoval, trabalhou como diretora de arte de uma agência de publicidade, mas ao fotografar o bebê recém-nascido de uma amiga, ela apaixono-se pela arte fotográfica e desde então, nos brinda com fotografias impressionantes!

ps: não é possível salvar as imagens do site, por isso não poste nenhuma aqui. Mas podem acessar tranquilos(as),  é completamente seguro.

8 08UTC Outubro 08UTC 2007

Dia das Crianças. Será?

Arquivado em: filosofando, idéias, pedagógicas, políticas — diosem @ 2:38 PM

Ontem a tarde o comércio da minha cidade estava aberto para os papais e as mamães comprarem seus presentes para o dia nacional de estímulo ao consumismo infantil Dia das Crianças. Curiosamente, não encontrei livrarias, papelarias, sebos ou bancas de jornais abertas. Estranho?

Dia das Crianças não me parece ser, exatamente, das crianças. É dos presentes para elas. É o dia em que muitos pais e mães decidem “provar” que amam seus filhos, que se importam com eles, que gastam com eles. Isso mesmo, gastam, gastam dinheiro. Revoltei-me com as livrarias fechadas porque percebi um desestímulo a qualquer outro presente que não sejam brinquedos (caros), celulares, roupas (caras e adultas) e computadores.

Não tinha eu ido ao centro da cidade para comprar presentes para as minhas crianças (não tenho filhos [não de sangue]), mas para adquirir um livro que, de certo modo, seria para eles. Fiquei triste por asseverar que a mesma mídia que estimula os pais a tratarem seus filhos como crianças os faz estimulando-os a comprar brinquedos, celulares, computadores, mas quase não os estimula a brincar com seus filhos, dialogar com eles e ensiná-los a usar o computador não somente para acessar o Orkut mas para ampliar conhecimentos.

Rever a idéia do dia das crianças? vai  ser bem difícil sem repensar o consumismo.

Fazendo um tapete de Twister para jogar com os alunos

Arquivado em: idéias — diosem @ 2:07 PM
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Quem nunca jogou ou viu alguém jogar o Twister? aquele jogo super envolvente no qual se disputa mão a mão e pé a pé quem se manterá em pé. Para quem não conhece, é o seguinte:
Tapete de Twister padrão
no tapete aí de cima, como você pode ver, existem seis linhas de cores diferentes. A ídéia é bem simples: com dois dados , um para as cores e outro para as partes do corpo (mão esquerda, mão direita, pé esquerdo, pé direito) você escolhe a parte que vai para a cor determinada. Por exemplo, mão direita no verde, pé esquerdo no azul, etc… e o legal é que são várias pessoas jogando, então algum tempo depois, não se sabe mais quem é quem….

Fiz o meu com tamanho 2,00m X 2,00m com círculos de 10cm de raio. Entre os círculos deixei 10 cm de distância, e posteriormente inseri mais círculos, porque as crianças estavam com alguns problemas para alcançar os mais distantes. Melhorou o jogo, pois agora podem jogar simultâneamente 4 a 10 pessoas.

Para pintar os círculos usei tinta para tecido, dessas comuns mesmo. Seca rápido e não deixa cheiro. E para os cubos, o bom e velho E.V.A. Um cubo com as seis cores do tapete, tamanho 6cmx6cm6cm, colados com cola quente (é chato para colar mesmo) e outro em forma de prisma, com 4 faces retangulares de 10cmx4cm e duas de 4cmx4cm. Nesse prisma, eu escrevi as partes do corpo que fazem parte da brincadeira (pé direito, pé esquerdo, mão direita, mão esquerda) com tinta dimensional, e ficou um efeito bem interessante.

Depois disso é só apresentar o brinquedo as crianças e aproveitar as suas inúmeras possibilidades de aprendizagem: cores, direita e esquerda, partes do corpo, equilibrio, noção de espaço…

4 04UTC Setembro 04UTC 2007

a professora e os palavrões

Arquivado em: notícias, pedagógicas — diosem @ 2:45 PM

    Todos acompanhamos a reportagem exibida semana passada nos telejornais e sites sobre o caso da professora que mandou seus alunos pesquisarem palavrões no dicionário e está sendo processada pela família de alguns alunos, que consideraram a atividade “infeliz”. Bem, é um caso bem complexo de ser pensado, ainda mais considerando a sociedade brasileira e seus “padrões culturais”. Com certeza esta professora quebrou a rotina da sala de aula e isso é louvável, mas acredito ter faltado um diálogo com os pais sobre o acontecido. Pela reportagem que vi, a idéia da atividade partiu da quantidade de palavrões que as crianças falavam. Então me pergunto, se a intenção desses pais fora proteger os filhos, que espécie de proteção é essa que pune a pessoa que encontra meios de suprir a necessidade das crianças de conhecimento? Sempre haverão aqueles, que, exaltados, dirão: “mas as pobres criancinhas inocentes devem ter aprendido os palavrões com os adultos”. Sim, e compreendo isso, mas se elas estão repetindo, ou não sabem o que significa, ou é interessante para o contexto delas. Porque negar-lhes o conhecimento do significado real das palavras ditas palavrões? ou alguém não sabe que caralho é o local no mastro das antigas caravelas onde ficavam os marinheiros punidos?
Funk pode né?

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Now playing: Michael Jackson – Earth Song
via FoxyTunes

29 29UTC Agosto 29UTC 2007

REUNI…. reforma de quê?

Arquivado em: políticas — diosem @ 11:34 AM

Recentemente houve aqui na minha universidade a discussão sobre o reuni, o projeto do governo federal que prevê a reforma e expansão das das universidades públicas federais. O plano, lançado com no mínimo quinze anos de atraso, provê um aumento de caixa substancial para as universidades que nele se integrarem de forma voluntária e cumprirem seus objetivos. Não que isso seja ruim, mas que ele contém alguns pontos muito polêmicos é verdade. Os bacharelados interdisciplinares são um exemplo. A idéia é criar cursos de bacharelado em áreas como tecnologias, saúde, artes e ciências rurais com duração média de dois a três anos, e estágio de acordo com a universidade. seria uma proposta interessante se não fosse um pequeno detalhe: haverá mercado para esses profissionais? ou será que essa proposta não visa somente a “diplomação”, como acontece muitas vezes com a EJA e a EAD? São coisas que ficaram flutuando na minha mente durante a discussão dos professores.

Parece ser consenso a adesão ao programa por parte das universidades federais. A ânsia por mais recursos está tão violenta que há reitores preparando tudo para os milhões que se supõem que serão empregados no projeto. A idéia de Reforma do Ensino Superior fica bem clara no 1º parágrafo do texto do decreto nº 6096:

O Programa tem como meta global a elevação gradual da taxa de conclusão média dos cursos de graduação presenciais para noventa por cento e da relação de alunos de graduação em cursos presenciais por professor para dezoito, ao final de cinco anos…”

E a reforma mesmo, cadê? onde está a adequação e reestruturação dos cursos a padrões internacionais (sem esquecer as necessidades brasileiras), revisão do modelo de ingresso, incentivo para criação de novas universidades…. Isso tudo fica muito fragmentado no decreto. Resta-nos tentar aproveitar da melhor maneira o que vier, e torcer para que futuramente a “Reforma” seja mais benéfica aos estudantes.
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Now playing: Amélie – La Valse d’Amélie (version orchestre)
via FoxyTunes

20 20UTC Julho 20UTC 2007

Utilidades para o dia-a-dia virtual do educador (1)

Arquivado em: utilidades — diosem @ 2:57 PM

Inicio aqui uma série de posts para explicitar algumas facilidades da internet que podem ajudar (e muito) aos professores a se manterem informados sobre o que acontece no mundo, no Brasil, na sua região ou cidade.
Começo falando sobre algo que não é muito divulgado pela mídia (tendo em vista que não gera muito lucro) ou seja, as notícias da educação. Mesmo os portais que possuem seções dedicadas ao tema, pouco mostram sobre as notícias que todo o dia saem nos jornais e que são importantes.

Talvez alguns leitores conheçam essa newsletter de notícias, outros ainda não. Trata-se do Clipping Educacional, do grupo EDITAU. Eu recebo há alguns meses e tem sempre sido interessante. Ela traz as principais notícias da educação publicadas nos influentes jornais da nossa nação. Isso facilita muito para quem é ou estuda gestão educacional e políticas públicas, uma vez que abriga fatos de todos os estados e em alguns casos até mesmo de periódicos do exterior.

Foi-se o tempo que o professor deveria sair de casa, comprar o jornal, o pão e o leite, voltar para casa, tomar café e sair correndo atrasado para a escola, sem poder ler o tão querido jornal. Agora, bastam alguns minutos frente ao computador para ficar por dentro do que acontece no mundo, no Brasil, próximos lançamentos do cinema e diversas outras coisas. depois que o RSS entrou na minha vida nunca mais fui a sites de notícias. Com o RSS e um programa ou site chamado Agregador você pode receber em casa as notícias que desejar. Por exemplo: no meu agregador eu recebo rss do Terra, Uol Cinema, BR-Linux e alguns outros. Eu uso uma extensão para o Firefox chamado Sage, que me provê um agregador no próprio navegador. Mas existem Sites que lhe possibilitam usar os feeds (fontes de rss). É divertido. Aproveite.

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